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Mostrando postagens de 2009

Síntese avaliativa

A construção do portifólio eletrônico durante o curso foi crescendo qualitativamente semana a semana. Isso foi um ganho inestimável, pois além de ser um novo instrumento avaliativo o blog nos obrigou a ter produções semanais, não como em outras disciplinas uma avaliação ao meio do curso e outra ao fim do semestre. Neste contexto o nível de conhecimento aumentou de maneira muito positiva, hoje me sinto preparada para de falar de questões que antes não era, como por exemplo, a alfabetização. A prática melhorou qualitativamente, porém o que é nossa prática? É o amadurecimento teórico e as pessoas precisam entender esta questão, porque hoje se observa muito que os educadores não compreendem esta relação, e dizem que a prática anda muito distante da teoria. A respeito dos descritores gerais infelizmente não foi possível cumprir todos de maneira integral, por conta do tempo e a falta de habilidade com a ferramenta. Na questão tecnológica foi um avanço em várias questõ...

Síntese conclusiva

Durante a elaboração do portifólio o tema central foi à questão da alfabetização na construção do conhecimento do indivíduo fazendo sempre uma relação entre a teoria e prática. Os textos trabalhados em sala foram de suma importância para disciplina, fazendo com que o tema central fosse entendido. Neste contexto foi possível entender que o trabalho do professor é fundamental no processo de construção do conhecimento. A aquisição da leitura e da escrita deve ser encarada com muita responsabilidade e competência, por isso é preciso compreender conceitos pelos quais a criança passa até a aquisição da leitura e da escrita. As construções de hipóteses servem para que o professor identifique a fase em a criança encontra-se e aí indicar meios e atividades para assim a criança avançar nessa construção. Durante a elaboração do portifófio foi possível observar que a criança da classe média não aprende com mais rapidez porque vive em um mundo letrado, porém todos nós vivemo...

Um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula

TICs, tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas. Qual destes sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos? Se você se identificou com mais de uma alternativa, não se preocupe. Por ser relativamente nova, a relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa. NOVA ESCOLA quer ajudar a pôr ordem na bagunça buscando respostas a duas questões cruciais. A primeira delas: quando usar a tecnologia em sala de aula? A segu...

A construção do conhecimento sobre a escrita. – Ana Teberosvsky –

O texto aponta questões do ponto de vista da criança, como ela concebe a aquisição da leitura e da escrita. Nesse contexto como é este processo na cabeça do indivíduo. Esse é um ponto fundamental para fazermos um trabalho de qualidade, pois não adianta criar novas metodologias se não compreendermos o entendimento da criança diante das informações que lhe são dadas. A autora discorre sobre vários conceitos sobre aquisição da leitura e da escrita do individuo. A primeira delas é a hipótese do nome, na qual está sempre implícito o conceito de sílaba, porque primeiro a criança atribui a cada letra a uma silaba. Normalmente a criança nesta fase tem um repertório pequeno de letras então elas aplicam o princípio da quantidade e variedade de letras, que segundo Teberovsky é uma combinação que acontece no inicio da alfabetização. A criança desde muito pequenas já diferencia letras de desenhos, já sabem que as letras “servem para ler” – Teberosvsky -. Porque ...

A interpretação da escrita antes da leitura convencional

O jogo de memória é uma ótima atividade para trabalhar com embalagens A interpretação da escrita antes da leitura convencional passa por vários processos, dentre eles a leitura pelo contexto através de cartazes, livros embalagens, histórias, etc. Neste contexto não como alfabetizar com outros instrumentos, ou ignorar o conhecimento prévio que a criança trás. É a partir desses instrumentos, com a leitura do contexto é que fazemos um trabalho pedagógico de qualidade. Segundo estudos de Emília Ferreiro a criança antes mesmo de fazer a correspondência letra e som elaboram suas próprias hipóteses em relação à leitura, indicam de acordo com o seu contexto. Para criança as letras impressas em embalagens ou cartazes correspondem ao conteúdo a que designam. Por exemplo, na lata de leite diz leite ou em um relógio está escrito relógio, nesse sentido a criança já entra na escola com um grande repertório de hipóteses, não tem sentido algum tratar as crianças como se ela não tivesse conhecimento ...

Os problemas cognitivos envolvidos na construção da representação da escrita (Emília Ferreiro).

Ambiente alfabetizador O texto evidencia os processos de construção da aquisição da leitura e da escrita, nas construções de hipóteses que servem para professores identificar em que fase a criança encontra-se. Neste contexto a cada fase da construção do conhecimento segundo Emília Ferreiro passa por um desequilíbrio, para seguir para próxima fase. Nesse sentido é preciso entender processo pelo qual o indivíduo passa em sua fase de alfabetização. Os erros passam a ser possibilidades para o acerto, a percepção da criança no início do processo de alfabetização em relação a suas hipóteses começam muitas vezes com as letras do próprio nome e percebem que apenas uma letra não forma nenhuma palavra. Observe as fases dos níveis de alfabetização segundo Emília Ferreiro: Nível 1: Pré-silábico – No início a criança utiliza sua própria escrita, símbolos, pseudo-letras e insinua que estão escrevendo algo. Nesse sentido na fase pré-silábica propriamente dita a criança diferencia letra, números e de...

Níveis de estruturação da fala

As postagens referem-se ao texto Oralidade e escrita A fala estrutura-se em dois níveis: o global e o local. O primeiro estabelece uma condição para a resposta, obedecendo a regras de organização da fala, referente à organização do tópico discursivo, e utiliza advérbios e conjunções. O segundo nível se estabelece por meio de turnos. Ou seja, enquanto um locutor está com a palavra o outro “age” como ouvinte até que tenha a oportunidade de ser o falante. Podem ocorrer intervenções. Para esclarecer melhor, observe os exemplos: NÍVEL GLOBAL: Duas crianças ao se conhecerem no 1º dia de aula: L1 Oi! Meu nome é Clara. Como você se chama? L2 Me chamo Gabriela. E quem te trouxe pra escola? L1 Eu vim com meus pais. E você? L2 Meu irmão me trouxe. NÍVEL LOCAL: Três meninas falando sobre suas bonecas. L1 a minha boneca é mais bonita que a sua L2 mas a minha dá pra colorir o cabelo dela L3 é... a minha é igual a dela Estruturação do texto falado Como todo texto, o texto falado possui em sua estrutu...

A organização da fala e da escrita e as características do texto falado

As atividades correspondem ao texto Oralidade e escrita das questões feitas em duplas. As postagens se dividirão em duas. Atividade conversacional caracteriza-se pela interação entre os interlocutores, ou seja, exemplificado pelo cotidiano do indivíduo. Neste contexto, a língua falada é contextualizada de acordo com o grupo que o indivíduo se relaciona, como, por exemplo, uma conversa de futebol em um bar e/ou um diálogo entre colegas de trabalho discorrendo sobre assuntos profissionais. Caracteriza-se também de forma organizada onde há um processo de organização e estrutura entre os turnos. As regras são diferentes, porém, num momento de descontração os termos são outros e numa conversa mais formal é preciso utilizar conectivos para “provar” o que está sendo exemplificado naquele momento. Mesmo assim, o discurso oral torna-se diferente da língua escrita. Segundo Shelegoff a conversação tem três elementos fundamentais: a realização, a interação e a organização. A realização, ou seja,...

Entrevista com um professor alfabetizador

1) Quanto tempo de experiência na área? R: 12anos 2) Quantos alunos você tem? R: 35alunos 3) Qual a metodologia utilizada? R: Construtivismo Sócio-interacionismo. 4) Você utiliza diferentes gêneros textuais? R: Sim 5) Como é seu cotidiano escolar? R: Todos os dias começamos as aulas com música, parlendas e histórias. 6) Você conta histórias para seus alunos? R: Todos os dias 7) Qual é método de avaliação utilizado? R: Avaliação contínua gradativa 8) Quanto a utilização de jogos na sala de aula? Quais? R: Forca, caça-palavras, dominó de palavras e jogo da memória. 9) Como é trabalhada a oralidade dos alunos? R: Conversa em rodas e recontar as histórias. 10) Como são as atividades de escrita na sala de aula? R: Trabalhamos recitas parlendas música, adivinhação e textos pequenos. A entrevista acima foi feita com uma professora do 1º ano do Ensino Fundamental, antigo C.A. A educadora trata seu trabalho com muita seriedade e muito amor a profissão, sua prática é b...

Práticas de linguagem oral e alfabetização inicial na escola: Perspectiva sociolingüística

O texto discorre sobre o processo de aquisição da leitura e da escrita em diferentes contextos. Nas diferentes nacionalidades evidenciando o processo de imigração e em diferentes contextos culturais que o autor trata como sociedade letrada e uma sociedade com o processo de letramento diferente dos padrões. Neste contexto trazendo essa discussão para o Brasil podemos traduzir para nossa realidade, pois se trata de um país de grandes extensões com uma enorme desigualdade social. Nesse sentido por haver uma grande extensão territorial temos uma diversidade regional imensa na qual existe uma variedade lingüística, quanto a desigualdade social o autor fala que quando uma criança que vem de uma sociedade letrada ela vem com uma “bagagem” e quando o indivíduo é oriundo de uma família com outras práticas de letramento chegam a escola com uma certa dificuldade. As regionalidades provocam uma diversidade lingüística muito grande, a ponto de certas frutas ou objetos serem nomeados de formas total...

Reflexão sobre o texto "Contexto de Alfabetização na aula"

O texto discorre sobre a alfabetização e em que contexto a aquisição da linguagem e da escrita pode acontecer. Sendo assim, na alfabetização, em uma perspectiva tradicional, segundo Paulo Freire, a criança, em sua prática, tem a cabeça vazia e o professor, então, deposita o conhecimento nela. São palavras fora de contexto e os textos quase sempre não tem relação nenhuma com a realidade em que o indivíduo está inserido. Essa visão, descrita no parágrafo anterior, faz com que o indivíduo não tenha uma visão crítica do mundo, e o conhecimento escolar fica distante da realidade do aluno. Neste sentido, alfabetizar o aluno não se limita em apenas codificar os signos alfabéticos, mas reconhecer a diversidade de gêneros textuais que está inserida em nossa vida e saber interpretá-los, como uma bula de remédio, uma carta, um poema, etc. Em suma, se estamos falando da diversidade de gêneros textuais, por que dizer que as crianças que já vivem em uma realidade familiar que favorece a leitura e a ...

Cruzadinha

Cruzadinha – Objetivos: · Reconhecer a ortografia das palavras; · Desenvolver a memorização; · Perceber os sons da língua. Reflexão sobre a atividade: Observando a cruzadinha e refletindo sobre os objetivos apresentados, podemos notar que os mesmos contribuem para o processo de ensino-aprendizagem, de escrita e também no processo cognitivo da criança de forma lúdica e divertida, além de ser uma atividade simples, na qual a esta assimila o conteúdo sem perceber que se trata de uma didática de ensino.

Tipologia e gêneros textuais

Tipologia textual Texto descritivo: A descrição assemelha-se ao retrato. Num retrato observa-se detalhes. Numa descrição é preciso que o autor chame a atenção para determinadas características do ser. A descrição procura transmitir ao leito a imagem que se tem de um ser mediante a percepção dos cinco sentidos: tato, gustação, olfato, visão e audição. Texto narrativo: A narração é a forma de decomposição que consiste no relato de um fato real ou imaginário. É como se acabássemos de assistir a um filme e contássemos a história sem colocar a nossa opinião. O texto narrativo compõe-se de extrapolação, enredo e desfecho, e os elementos centrais são as personagens, as ações e as idéias. Texto Dissertativo: A dissertação é a forma de composição que consiste na posição pessoal sobre determinado assunto. a) Expositivo: consiste numa apresentação, explicação, sem o propósito de convencer o leitor. Não há intenção expressa de criar de...

Processos iniciais da Leitura e da escrita

Este texto trata de questões de suma importância no processo de aquisição de leitura e escrita no início da alfabetização. Nesse sentido a idéia de utilizar rótulos que a criança está acostumada a vivenciar em seu cotidiano, facilita e muito o processo ensino-aprenizagem Outra ferramenta importante para trabalhar em sala de aula são os gêneros textuais como: carta, poesia. Conto de fadas, textos jornalísticos, etc. A criança precisa entrar em contato com essa diversidade textual, para que se torne um indivíduo pensante e crítico de sua realidade. Uma forma lúdica de trabalhar tais temas é muito importante como contar diferentes tipos de histórias logo que as crianças chegam, elas entrarão em contato com um mundo maravilhoso da leitura e escrita, e assim despertar para este prazer. Levando textos já escritos, também é uma ótima idéia, para mostrá-los o texto pronto entrando em contato com o mundo da escrita. Neste contexto provocar a escrita espontânea é muito importante para torná-los ...

1ª aula de Tae de Língua Portuguesa

Uma nova proposta de avaliação, diferente de tudo que fiz durante este tempo de graduação, interessante, Quando pensava que já tivesse participado de todo o tipo de avaliação, aparece um novo "um blog". Fizemos a dinâmica dos cartões, onde escolhemos a cor e respondemos as perguntas contidas nos cartões. Enfim gostei muito da aula principalmente por conta da nova proposta de avalição. bjs!!! Alessandra