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Postagens

Síntese avaliativa

A construção do portifólio eletrônico durante o curso foi crescendo qualitativamente semana a semana. Isso foi um ganho inestimável, pois além de ser um novo instrumento avaliativo o blog nos obrigou a ter produções semanais, não como em outras disciplinas uma avaliação ao meio do curso e outra ao fim do semestre. Neste contexto o nível de conhecimento aumentou de maneira muito positiva, hoje me sinto preparada para de falar de questões que antes não era, como por exemplo, a alfabetização. A prática melhorou qualitativamente, porém o que é nossa prática? É o amadurecimento teórico e as pessoas precisam entender esta questão, porque hoje se observa muito que os educadores não compreendem esta relação, e dizem que a prática anda muito distante da teoria. A respeito dos descritores gerais infelizmente não foi possível cumprir todos de maneira integral, por conta do tempo e a falta de habilidade com a ferramenta. Na questão tecnológica foi um avanço em várias questõ...
Postagens recentes

Síntese conclusiva

Durante a elaboração do portifólio o tema central foi à questão da alfabetização na construção do conhecimento do indivíduo fazendo sempre uma relação entre a teoria e prática. Os textos trabalhados em sala foram de suma importância para disciplina, fazendo com que o tema central fosse entendido. Neste contexto foi possível entender que o trabalho do professor é fundamental no processo de construção do conhecimento. A aquisição da leitura e da escrita deve ser encarada com muita responsabilidade e competência, por isso é preciso compreender conceitos pelos quais a criança passa até a aquisição da leitura e da escrita. As construções de hipóteses servem para que o professor identifique a fase em a criança encontra-se e aí indicar meios e atividades para assim a criança avançar nessa construção. Durante a elaboração do portifófio foi possível observar que a criança da classe média não aprende com mais rapidez porque vive em um mundo letrado, porém todos nós vivemo...

Um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula

TICs, tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas. Qual destes sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos? Se você se identificou com mais de uma alternativa, não se preocupe. Por ser relativamente nova, a relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa. NOVA ESCOLA quer ajudar a pôr ordem na bagunça buscando respostas a duas questões cruciais. A primeira delas: quando usar a tecnologia em sala de aula? A segu...

A construção do conhecimento sobre a escrita. – Ana Teberosvsky –

O texto aponta questões do ponto de vista da criança, como ela concebe a aquisição da leitura e da escrita. Nesse contexto como é este processo na cabeça do indivíduo. Esse é um ponto fundamental para fazermos um trabalho de qualidade, pois não adianta criar novas metodologias se não compreendermos o entendimento da criança diante das informações que lhe são dadas. A autora discorre sobre vários conceitos sobre aquisição da leitura e da escrita do individuo. A primeira delas é a hipótese do nome, na qual está sempre implícito o conceito de sílaba, porque primeiro a criança atribui a cada letra a uma silaba. Normalmente a criança nesta fase tem um repertório pequeno de letras então elas aplicam o princípio da quantidade e variedade de letras, que segundo Teberovsky é uma combinação que acontece no inicio da alfabetização. A criança desde muito pequenas já diferencia letras de desenhos, já sabem que as letras “servem para ler” – Teberosvsky -. Porque ...

A interpretação da escrita antes da leitura convencional

O jogo de memória é uma ótima atividade para trabalhar com embalagens A interpretação da escrita antes da leitura convencional passa por vários processos, dentre eles a leitura pelo contexto através de cartazes, livros embalagens, histórias, etc. Neste contexto não como alfabetizar com outros instrumentos, ou ignorar o conhecimento prévio que a criança trás. É a partir desses instrumentos, com a leitura do contexto é que fazemos um trabalho pedagógico de qualidade. Segundo estudos de Emília Ferreiro a criança antes mesmo de fazer a correspondência letra e som elaboram suas próprias hipóteses em relação à leitura, indicam de acordo com o seu contexto. Para criança as letras impressas em embalagens ou cartazes correspondem ao conteúdo a que designam. Por exemplo, na lata de leite diz leite ou em um relógio está escrito relógio, nesse sentido a criança já entra na escola com um grande repertório de hipóteses, não tem sentido algum tratar as crianças como se ela não tivesse conhecimento ...

Os problemas cognitivos envolvidos na construção da representação da escrita (Emília Ferreiro).

Ambiente alfabetizador O texto evidencia os processos de construção da aquisição da leitura e da escrita, nas construções de hipóteses que servem para professores identificar em que fase a criança encontra-se. Neste contexto a cada fase da construção do conhecimento segundo Emília Ferreiro passa por um desequilíbrio, para seguir para próxima fase. Nesse sentido é preciso entender processo pelo qual o indivíduo passa em sua fase de alfabetização. Os erros passam a ser possibilidades para o acerto, a percepção da criança no início do processo de alfabetização em relação a suas hipóteses começam muitas vezes com as letras do próprio nome e percebem que apenas uma letra não forma nenhuma palavra. Observe as fases dos níveis de alfabetização segundo Emília Ferreiro: Nível 1: Pré-silábico – No início a criança utiliza sua própria escrita, símbolos, pseudo-letras e insinua que estão escrevendo algo. Nesse sentido na fase pré-silábica propriamente dita a criança diferencia letra, números e de...

Níveis de estruturação da fala

As postagens referem-se ao texto Oralidade e escrita A fala estrutura-se em dois níveis: o global e o local. O primeiro estabelece uma condição para a resposta, obedecendo a regras de organização da fala, referente à organização do tópico discursivo, e utiliza advérbios e conjunções. O segundo nível se estabelece por meio de turnos. Ou seja, enquanto um locutor está com a palavra o outro “age” como ouvinte até que tenha a oportunidade de ser o falante. Podem ocorrer intervenções. Para esclarecer melhor, observe os exemplos: NÍVEL GLOBAL: Duas crianças ao se conhecerem no 1º dia de aula: L1 Oi! Meu nome é Clara. Como você se chama? L2 Me chamo Gabriela. E quem te trouxe pra escola? L1 Eu vim com meus pais. E você? L2 Meu irmão me trouxe. NÍVEL LOCAL: Três meninas falando sobre suas bonecas. L1 a minha boneca é mais bonita que a sua L2 mas a minha dá pra colorir o cabelo dela L3 é... a minha é igual a dela Estruturação do texto falado Como todo texto, o texto falado possui em sua estrutu...